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Carlos Saleiro está de volta a Coimbra
Sexta, 29 Junho 2012

Está encontrado o terceiro reforço para a equipa de Pedro Emanuel. Depois de oficializadas as contratações de Bruno China e de Junior Lopes, é agora tempo de apresentar uma cara bem conhecida dos sócios e adeptos da Académica: Carlos Saleiro.

O avançado português está de volta à Briosa, onde actuou na segunda metade da época 2008/2009. Saleiro recupera a camisola 39 e admite que a decisão de regressar a Coimbra foi muito fácil.

“Foi muito fácil decidir. Tinha algumas propostas de Portugal e do estrangeiro mas voltar à Académica era a prioridade. Preciso de ganhar forma física para a época correr da melhor maneira, tanto para mim como para a equipa. Espero que os adeptos acreditem em mim como acreditaram da primeira vez. Sempre fui muito bem apoiado e isso foi importante. As coisas correram bem da primeira vez e espero que agora corram melhor.”, começou por dizer Saleiro, em declarações ao Site Oficial da Briosa.

Formado no Sporting, Carlos Saleiro representou ainda Fátima, Vit. Setúbal e Servette antes de regressar a Coimbra para vestir as cores da Briosa. Para a temporada que se aproxima, o avançado da Académica refere que os objectivos passam por “conquistar a melhor classificação possível no campeonato”.

“Os objectivos são o colectivo, fazer a melhor classificação possível e chegar longe nas provas a eliminar. A Académica está na Liga Europa e isso é um factor de motivação importante.”, adiantou.

Sobre a escolha do 39, Saleiro sustenta que pretende fazer ainda melhor do que já fez (4 golos na segunda metade da época 08/09).

“39? Deu-me sorte na Académica e espero voltar a ter essa sorte e fazer ainda melhor. Já tive oportunidade de falar com o Hélder Cabral e com o Marinho. A minha opinião de regressar estava bem definida e são mais um apoio que eu tenho aqui, para que tudo corra bem.”, terminou.

É o regresso de Carlos Saleiro!



“Sem pesar sobre aquela rapaziada a terrível obrigação de ganhar, ganhar sempre;  sem actuar sobre o seu subconsciente a ideia do prémio chorudo, que tanto mais perturba quanto mais se deseja; sem formigar naqueles peitos o medo de ser vaiado ou insultado se as coisas não correm bem, o jogador da Académica, que tem uma falange de apoio em cada campo onde joga, sabe que, haja o que houver, ela não exige a sua cabeça nem lhe mandará à cara uma moeda de níquel. Desejando ardentemente a vitória, o adepto da Académica não a impõe como questão vital, nem vai pedir, em abaixo-assinado, que o jogador derrotado pague uma multa, nem que seja de 25 tostões de rebuçados…”, Vítor Santos, jornal A Bola, numa referência às grandes exibições da Académica em 1964 / 1965.

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