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A oferta do ‘teórico’ Francisco António dos Santos
Quinta, 01 Junho 2017

O ‘teórico’ Francisco António dos Santos, fervoroso sócio da Briosa residente no Algarve, ofereceu um quadro à Académica com uma página original do jornal ‘A Bola’, de 3 de Novembro de 1988, que recorda as “histórias e estórias” dos teóricos.

Foi na época de 1928-1929 que a Académica teve aquela que pode ser considerada a sua primeira claque, a ‘Baralha Teórica’, como produto da crescente paixão dos estudantes de Coimbra pelo futebol. Os seus principais impulsionadores foram Júlio da Fonseca Lourenço e Euclides de Araújo, autores dos Estatutos do grupo, cujos membros possuíam um cartão com um estudante de batina a pontapear uma bola. Regidos por ’10 mandamentos’, o grupo acabaria por se dissolver mais tarde mas, não por acaso, os maiores devotos da Académica ficaram conhecidos como os ´teóricos´.

A página oferecida por Francisco António dos Santos, sócio 1575 da Académica, faz parte de uma grande reportagem que o jornal ‘A Bola’ decidiu dedicar ao tema.


Campos Coroa e a história do Mário Wilson

Em declarações ao Site Oficial da Académica, Campos Coroa, Presidente da Direcção da AAC/OAF entre 1995 e 2002, recorda os encontros dos ‘teóricos’ e lembra um episódio em particular.

“O Café Arcádia era onde se reuniam os teóricos nos tempos do Cândido de Oliveira, Pedroto,Tellechea, etc… Nos anos 80 o ponto de encontro era no restaurante existente na Sede dos Arcos, era aí que se juntavam para falar sobre a Académica. Lembro-me de um episódio em que o Mário Wilson entrou e pediu-nos para escrevermos num papel o 11 titular para o próximo jogo. ´Que equipa querem?’, perguntou. Depois começou a ver os papéis e respondeu: ‘Esta não é má, esta também não é má’… Após ver todas as equipas rasgou os papéis e disse: ‘Mas aqui quem faz a equipa sou eu!’, entre risos.”.

Campos Coroa falou ainda sobre o ‘teórico’ Francisco António dos Santos, conhecido como Toy no seio académico.

“É um sócio fervoroso da Académica que, apesar de ser do Algarve, vinha muitas vezes a Coimbra para se juntar à malta. É uma excelente pessoa. Era dono dos barcos que faziam a travessia do Guadiana.”, adiantou.

“No anos 30 e 40 a Académica era a Associação, não era um clube. Como dizia Manuel Alegre ‘Quando eles entravam em campo, todos nós entrávamos com eles’, rematou.

A Direcção da Associação Académica de Coimbra/OAF agradece a oferta do nosso associado e informa que a peça já se encontra exposta na Academia Briosa XXI.

“O maior dirigente de todos os tempos”, assim se referirá, na hora do funeral, José Eduardo Simões a João Moreno. “O último patriarca da Académica”, dirá Alfredo Castanheira Neves. Alguém “insubstituível”, sustentará o técnico Artur Jorge. João Moreno deixou a sua marca na Académica.

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