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“Não consigo passar sem a Académica”
Quinta, 14 Outubro 2010

Joaquim Basílio é um nome que esteve na carteira de muitos Sócios da Académica durante o ano passado. Nunca reparou? É que a frase que estava no cartão de época no ano transacto pertence a este Sócio da Briosa, um dos mais apaixonados e um dos que mais vive a causa Académica. Sem desprimor para a família da Briosa, mas a paixão de Joaquim Basílio pelos “estudantes” deveria ser uma referência a ter em conta. Paixão não, amor…

“A Académica é uma paixão que se deve tornar em amor” é uma frase que ficará guardada na História da Briosa e que muitos associados da Académica leram no ano passado, pois ela fazia parte do cartão de época. O Site Oficial dos “estudantes”, que agora continua com a rubrica “Dar voz ao Adepto”, esteve à conversa com o Sócio número 2057 da Briosa, que nos explica o amor pela Académica.

“Para mim a Académica é uma paixão muito grande. O meu primeiro jogo foi através de um tio meu no Campo de Santa Cruz, quando estávamos na segunda divisão. Foi nesse dia que nasceu uma paixão que se transformou em amor. Tenho 74 anos e continuo a sofrer pela Académica. Sou Sócio há mais de 50 anos e pago oito quotas. Os meus três filhos e quatro netos também já são associados e sou eu quem paga as quotas.”, disse Joaquim Basílio, ainda meio perplexo perante o convite que recebeu da Briosa.

A frase acima referida confirma de pronto o sentimento que Joaquim Basílio tem pela Académica. Mas se dúvidas ainda existissem, o Site Oficial da Briosa continuou com a conversa durante largos minutos e durante todo este tempo foi, de facto, difícil destacar alguma frase, tal é o amor e dedicação que Joaquim Basílio coloca em cada palavra cada vez que fala da Briosa.

O entrevistado desta semana só hesitou um pouco em responder a uma pergunta. Mas afinal, o que sente pela Académica? É que é complicado, muito complicado, explicar o amor pela Briosa.

“Nem sei bem explicar. Depois da família, daquela família chegada, para mim, logo a seguir, vem a Académica. Sofro com as derrotas e vibro com as vitórias. Acho que isso também prova o meu amor pela Académica. A Briosa faz parte da minha vida. Quando morrer, a Académica é uma das coisas boas que tive. Alegrias, tristezas, mas quando saio de uma derrota fico chateado, como é óbvio. Mas também fico logo ansioso pelo outro jogo, para ir ver.”, continuou.

Por isso mesmo, e perante a tal paixão que transformou em amor, Joaquim Basílio foi desafiado a deixar uma mensagem a todos os adeptos que estejam ainda algo cépticos em relação a irem assistir ao jogo entre a Briosa e a Naval. O Sócio da Briosa deixou o seu repto.

“Gostava que fossem ver os jogos. Perdendo ou ganhando… As emoções da vida não são só algumas coisas que aparecem… Viver um clube como a Académica, ir ver os jogos, é uma forma de sentirmos algo de bom e devemos ir ao campo porque ajudamos os jogadores, os dirigentes, ajudamo-nos uns aos outros, os próprios adeptos. Aconselho toda a gente ir. A Académica merece e é uma Instituição que tem feito um trabalho social muito bom.”, confessou.

E ao longo de todos estes anos, Joaquim Basílio recordou alguns momentos que vai guardando na sua memória. Entre eles, os grandes jogadores que passaram em Coimbra merecem todo o carinho mas há um que sempre admirou Joaquim: Augusto Rocha.

“Momentos? Foram tantos… Algumas vitórias fora, há muitos anos, ainda do tempo do Jorge Humberto e do Rocha, que conseguimos em Alvalade. Ponho sempre a Académica à frente de todos os outros, precise ou não de pontos. O meu jogador preferido era o Rocha. Foi um jogador fantástico… Jogava e fazia jogar. Mas passaram muitos grandes jogadores por esta casa. Todos aqueles que vestiram a camisola da Académica e que tiveram essa honra fazem parte do meu álbum de recordações.”, adiantou.

Para terminar, Joaquim Basílio não se quis despedir deste “inesperado mas honroso convite” para deixar mais uma frase que podia bem servir de título para esta notícia. Senão veja:

“Sei que não pode ganhar campeonatos. Mesmo sem ganhar campeonatos, não conseguia passar sem a Académica.”, terminou.


Concluindo, é mesmo difícil explicar o amor que Joaquim Basílio tem pela Académica. E você, gostaria de sentir algo assim?
 




“Posso dizer que estou a encontrar nesta rapaziada a mesmíssima mística da velha Académica.”, Francisco Andrade, treinador do Clube Académico de Coimbra, em 1974.

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