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AAC/OAF: Comunicado da Direcção
Terça, 22 Janeiro 2013

No seguimento dos últimos dois jogos que a Académica disputou em casa, frente a Benfica e Nacional, entendeu a Direcção da AAC/OAF emitir o seguinte comunicado:

1.

a) No jogo frente ao Benfica surgiram algumas críticas relativamente à espera que alguns adeptos estiveram sujeitos para entrar no recinto, uma situação para a qual muito contribuiu a afluência inesperada de público em cima da hora do jogo. Um outro aspecto referido foi a falta de visibilidade no decorrer do desafio. De facto, convém esclarecer que a capacidade permitida para as bancadas não foi excedida e que as condições climatéricas adversas fizeram com que alguns adeptos não respeitassem a numeração do bilhete, o que criou alguns problemas em determinados sectores do Estádio EFAPEL Cidade de Coimbra. Independentemente do exposto, a Direcção da Académica lamenta o sucedido e assegura que tal situação não se repetirá.

2.

a) Relativamente ao jogo com o Nacional, e devido ao dia e hora do encontro, entendeu esta Direcção abrir somente as bancadas centrais inferiores do Estádio, à semelhança do que se passou em alguns jogos referentes a outras competições. Contudo, esta alteração não foi comunicada nem explicada de uma forma atempada aos associados. Desta maneira, informamos desde já que não haverá alterações semelhantes na presente edição da Liga ZON Sagres.

b) Gostaríamos de referir que a Académica também tem sentido os efeitos da gravíssima crise económica que afecta o país, pelo que a nossa gestão deve ser pautada por uma racionalidade financeira, nomeadamente ao nível da gestão do Estádio e da respectiva abertura de bancadas com todos os custos de segurança, limpeza e policiamento inerentes. No entanto, o desconforto causado aos nossos associados não é aceitável e, como tal, entende esta Direcção fazer um pedido de desculpa público, garantindo que no futuro encontrará as melhores soluções para todas as partes envolvidas.
 

A Direcção da AAC/OAF



Na época 1940/1941, numa das suas deslocações a Lisboa, a Académica depara-se com um forte ciclone que provocou a queda de muitas árvores na estrada. Impedida de prosseguir, a Briosa decidiu fazer o resto da viagem de comboio, fazendo meia volta até Pombal, mas a linha estava cortada… Solução? Regressar a Coimbra e carregar os automóveis de machados capazes de cortarem os ramos das árvores. Oito horas depois do início da viagem, a Académica chegou a Lisboa… “A melhor equipa do Mundo não faria esta façanha: a de cortar 3 árvores, debaixo de um violento ciclone, para ir jogar um encontro de campeonato.”, dissera Armando Sampaio, treinador da Briosa.

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