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Corria a temporada 1987 / 1988 e nada parecia favorável à Académica. E tanto assim foi que a Briosa acabou nesse ano por descer de divisão e teve ainda de enfrentar o caso N´Dinga, um processo que descredibilizou o futebol português e que ainda hoje é recordado com mágoa pelos adeptos dos "estudantes".

Portanto, supostamente, nessa época, poucas coisas positivas seriam lembradas pela Briosa. Puro engano. Nem tudo foram espinhos e a inauguração do Pavilhão Eng. Jorge Anjinho, no dia 12 de Dezembro de 1987 foi, sem dúvida, um ponto marcante na História da Académica.

O edifício, situado na zona da Solum, em Coimbra, foi uma mais valia para a Instituição, sobretudo nos finais dos anos 80 e década de 90, funcionando como a sede da Briosa e era lá que tudo estava concentrado. A estrutura dos "estudantes" usava as condições do Pavilhão para desenvolver o seu trabalho e foram muitos os momentos que ficarão para sempre na memória de quem por lá andou. Após a construção da Academia Briosa XXI, em 2007, o Pavilhão Eng. Jorge Anjinho é agora sobretudo utilizado por várias modalidades "indoor" da Associação Académica de Coimbra.

O Pavilhão, cujo nome foi atribuído ao antigo Presidente dos "estudantes", Jorge Anjinho, está situado numa importante zona comercial de Coimbra e, para além das actividades desportivas, alberga também restaurantes e outras lojas, que usam espaços do edifício para exercerem a sua actividade.

O Pavilhão Eng. Jorge Anjinho é, sem dúvida, um marco importante na cidade e funciona, hoje, como importante ponto de encontro dos adeptos da Académica. E muito por culpa da claque da Briosa, a Mancha Negra, que tem a sua sede no edifício. Aliás, a sede da Mancha Negra é um dos ex-libris do Pavilhão, um espaço que conta também alguns dos momentos mais importantes da claque que se encontram, aliás, gravados nas paredes.

O edifício foi inaugurado num "Dia da Briosa", numa cerimónia que contou com a presença do Presidente da República de então, Mário Soares. O político que, em declarações a um jornal desportivo, disse que sempre teve uma admiração pela Briosa: "Tenho sempre mantido uma posição equidistante em matéria de futebol, mas se há algum clube pelo qual posso ‘torcer’ um pouco é pela Académica".

Para além de tudo o que já foi dito, há ainda a destacar os inúmeros troféus presentes no Pavilhão Eng. Jorge Anjinho e que contam grande parte da História da Académica. Ao longo do edifício são também lembrados muitos nomes da Briosa, nomeadamente através de placas alusivas espalhadas pelas paredes do Pavilhão. "Na vida como na morte: ACADÉMICA!" é uma das frases presentes no edifício e que lembram a homenagem feita ao Presidente Mendes Silva, no dia 19 de Dezembro de 1992.

Para além disso, são ainda lembrados os "pioneiros" da obra: António Rodrigues Matias de Oliveira Júnior, Coronel Carlos Faustino da Silva Duarte, Carlos Augusto Júlio, Arquitecto Vasco Jorge Antunes da Cunha, Eng. Álvaro de Miranda Lemos, nomes presentes numa placa assinalada com o dia da inauguração do Pavilhão.

O Pavilhão Eng. Jorge Anjinho representa uma parte muito importante na História da Académica.

 
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