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“É difícil responder. No meu tempo, não interessava só o resultado obtido no final do jogo, mas, sobretudo, ter prestigiado a Associação Académica sob todos os aspectos. Um dia de verdadeira felicidade foi a da minha estreia pela AAC”

Teófilo Esquível, a recordar qual o melhor momento que passou na Académica.
 

Ninguém sabe ao certo quando começou mas a verdade é que o "canelão" é, indiscutivelmente, uma das tradições que representa o inegável e viciante misticismo que rodeia a Académica.

Há coisas que só estão ao alcance dos predestinados, daqueles que têm a sorte de um dia defenderem a prestigiante camisola negra da Briosa. Portanto, só esses podem explicar, se o conseguirem, de que se trata, afinal, o "canelão".

Se o conseguirem, porque na Académica há muita coisa que não se explica.



A Académica sente-se e na hora das explicações as palavras teimam em fugir, não por falta de vontade ou por incapacidade, mas sim porque o silêncio é o melhor escudo para preservar os mil e um sentimentos que invadem os jogadores da Briosa aquando da sua estreia oficial no clube enquanto titulares.

Por isso, não nos peçam para explicar como se vive esta tradição na Briosa, resta-nos apenas ir ao encontro do que é evidente.

E o que é evidente é que não há mais nenhum clube no Mundo que se pode orgulhar de ter o que a Académica tem. E, por vezes, mais importante do que ter, interessa também preservar.



O "canelão", no fundo, é a praxe aplicada aos jogadores da Briosa aquando da sua estreia oficial. O novo jogador entra em campo no meio de duas filas de jogadores e é "presenteado" com pontapés no traseiro até passar por todos os colegas.

Cumprida à risca ao longo dos anos, esta tradição da Briosa tem ficado na memória de todos os que passam pela Académica e de todos os que têm a sorte de entrar e de fazer parte da História da Briosa.

O "canelão" ajuda a entender a ligação entre os estudantes universitários de Coimbra e a Briosa.

Tal como o caloiro que chega a Coimbra e é praxado pelos estudantes mais velhos, o mesmo acontece com o jogador que se estreia a titular com a camisola da Académica.


Há coisas que só estão ao alcance dos predestinados. Neste caso, e fora os individualismos, existe algo que só um clube singular e único como a Briosa pode oferecer. A mística estudantil, presente em todos os quadrantes da cidade de Coimbra, oferece à Académica motivos mais do que suficientes para preservar a sua História, tradição e
 
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