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A Académica é um clube diferente que conta com adeptos também eles diferentes pois, devido à ligação histórica com a Universidade, o espírito jovem e irreverente dos estudantes está sempre presente em Coimbra.

Em 1939, ano em que se disputou a primeira final da Taça de Portugal que viria a ser ganha pela Briosa, os estudantes invadiram a capital para apoiar o emblema do seu coração. A final disputou-se no campo das Salésias, tendo na altura os estudantes deslumbrado os "alfacinhas" pelo seu comportamento diferente dos demais adeptos do futebol de então.

Ao longo dos tempos, várias foram as claques que se formaram por amor à Briosa, quase sempre com designações reveladoras de muita imaginação: "FRASCARY CLUB", "COWBOYS", "FANS- Falange de apoio Negro", "FALCÕES", PINDÉRICOS DA BORRACHA", "GOELAS", "NAVE DOS LOUCOS", "BARALHA E TORNA A DAR" e "8º EXERCITO".

Em 1985, surge uma nova vaga de grupos de apoio á Briosa, com ideias diferentes, maneiras de estar diferentes. Novas formas de apoio, mas sempre vestidos de negro. É nesta altura que é criada a mais antiga falange de apoio da Académica que se encontra em actividade plena. Estamos a falar da Mancha Negra, que ao contrário do que o seu nome indica, dá um belo colorido aos estádios onde se apresenta.

É da fusão de 3 grupos de adeptos da Académica, "Força Negra", "Maré Negra" e "Solum Power" (este último o primeiro a aparecer) que surge a nova claque. Faltava então arranjar um nome para o grupo e o escolhido foi o de uma das mais populares personagens da Walt Disney: o Mancha Negra.

A Mancha Negra foi fundada a 3 de Março de 1985, data em que se disputou o jogo Académica - Sporting de Braga. Os objectivos deste novo grupo passavam por apoiar a Académica, participar activamente no desenvolvimento do mundo Ultra em Portugal e estabelecer amizades com grupos de apoio dos restantes clubes.

Em conjunto com os Comandos de Minerva, a Mancha Negra foi pioneira na organização do 1º Congresso de claques (11 de Maio de 1985). Após o 2º Congresso (este organizado pela Juve Leo em 14 de Dezembro de 1985), a Mancha Negra voltou a organizar o 3º Congresso de claques (9 de Dezembro de 1987), e já nessa altura se falava de violência nos estádios e da formação de uma Associação Nacional de Claques, associação esta que nunca chegou a ser criada e que nos dias de hoje faz cada vez mais sentido a sua existência.

Mas a vertente inovadora e criativa da Mancha Negra não se esgota por aqui. Isto porque, a MN proclama também no seu historial o facto de ter sido a primeira claque a utilizar espectáculos de fogo-de-artifício nos estádios de futebol, em Portugal.

Ao longo dos mais de 25 anos de existência, alguns membros da Mancha Negra assumiram responsabilidades importantes na vida do clube, destacando-se cargos na Direcção, Conselho Académico e até um candidato à presidência. Hoje, a Mancha Negra é uma associação legalmente constituída e apresenta uma Direcção composta por 3 elementos e ainda um grupo de 12 pessoas que compõem a equipa de trabalho. Existem ainda os Núcleos que representam as várias zonas da cidade de Coimbra, permitindo desta maneira, através dos chefes de Núcleo, chegar mais rápido a todos os membros da MN.

Em várias situações e momentos da vida da Académica, a opinião da Mancha Negra é sondada pelos órgãos de Comunicação Social de Coimbra, o que demonstra também a importância que a MN assume dentro da Instituição.

A Mancha Negra foi evoluindo em termos de mentalidade e conseguiu, após vários anos, criar um bom grupo de amigos que hoje em dia asseguram a existência da claque. A Mancha está neste momento bem preparada para receber novos elementos e existe a certeza de que a mensagem passará correctamente a quem chega pela primeira vez, pelo que todos ficarão esclarecidos em relação ao verdadeiro espírito da Mancha Negra.

Não sendo a organização a virtude mais evidente da claque, gradualmente, a forma de estar e de organizar tem sido melhorada. Prova disso são os novos projectos que têm sido desenvolvidos, como a criação da “Central B”, revista que se tem afirmado no seio da claque e dos sócios da Académica. A “Central B” é a revista oficial da claque e nela estão sempre inscritas as ideias da sua Direcção, bem como tudo o que se passa em redor do grupo.

A História da Mancha Negra revela que a claque tem sido dinâmica, inovadora e arrojada na realização de vários projectos, dos quais se destaca a produção de um CD, por ocasião do 18º aniversário, onde ficaram gravadas para a posteridade alguns dos cânticos que semanalmente se fazem ouvir nas bancadas dos estádios do nosso país, e também imagens, entrevistas e sentimentos da claque.

Não satisfeitos os Ultras da Briosa foram ainda mais arrojados na implementação de novos projectos, e no 20º aniversário levaram a cabo a edição de um livro. As gentes da Mancha Negra demonstraram, mais uma vez, que com capacidade, esforço e muita envolvência dos sócios foi possível lançar o livro que relata a História de 20 anos da claque da Académica - “20 anos 20 viagens”. Este livro, para além da História do grupo, contém textos sobre a Académica e a cidade de Coimbra, histórias de vida e sobretudo reflecte bem o que é o espírito Mancha Negra e o que é ser um Ultra da Briosa…

Os 25 anos tinham igualmente de ser bem assinalados. Assim, foi produzida uma caderneta de cromos, onde em cerca de 180 cromos está relatada a vida da claque e estão bem retratados alguns dos “Cromos” da claque. Contudo, a grande comemoração dos 25 anos da Mancha Negra acontece com a inauguração da nova sede, uma das melhores sedes das claques de Portugal. Para que este projecto tenha sido levado a cabo a claque agradece a várias pessoas, em primeira instância ao presidente da AAC Eng. José Eduardo Simões e sua Direcção pela disponibilização do espaço físico, depois a um grupo de Associados que preferem ficar no anonimato que garantiram condições financeiras para que se erguesse o espaço muito nobre e condigno que a Mancha Negra actualmente usufrui.

A claque tem uma sede com casas-de-banho, um pequeno bar com jogos para que os sócios se possam divertir e sobretudo tem um espaço independente onde a direcção consegue reunir e delinear os destinos da claque sem que impeça os restantes membros de estarem a conviver na sede.

A MN pretende que a sede seja usada pelos demais sócios da AAC e que passe a ser um ponto de referência no panorama da AAC e sobretudo de convívio e se troca de ideias dos associados da Académica e que permita que estes e os demais habitantes de Coimbra possam ter mais ligações quer à Mancha Negra, quer à própria Académica…

http://www.mn1985.com/

 
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