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Associação Académica de Coimbra
Organismo Autónomo de Futebol

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Académica, dez anos na Primeira
Quarta, 25 Maio 2011

Dez anos. A Académica assegurou a décima presença seguida no principal escalão do futebol português e o Site Oficial da Briosa não ficou indiferente a este feito...Vamos levar até si as melhores histórias, as figuras, as conquistas e os festejos de dez anos que ficarão na História da Académica. Esteja atento e fique a par de uma década tem agora espaço reservado na página dos "estudantes" na Internet. 


2010/2011: as meias da Taça de Portugal
A história da temporada 2010/2011 conta-se em dois capítulos: o primeiro tinha tudo para parecer um conto de fadas, o segundo, no final de contas, teve um final feliz, embora com alguns percalços pelo caminho. No futsal, a Briosa alcançou a subida de divisão, voltando assim ao convívio entre os grandes.

2009/2010: as meias da Taça da Liga
Na temporada 2009/2010, foi na Taça da Liga que a prestação da Académica mais deu que falar. A Briosa chegou às meias-finais da prova e apenas foi eliminada pelo FC Porto, em pleno Estádio do Dragão, num resultado que muitos consideraram injusto tal a postura dos “estudantes” no relvado.

2008/2009: A melhor classificação de sempre
Sob o comando técnico de Domingos Paciência, a Académica prossegue a sua afirmação no principal escalão do futebol português e consegue vencer 1/3 dos jogos que disputa no campeonato (10 vitórias em 30 jogos). A Briosa termina na sétima posição, a melhor classificação de sempre enquanto Organismo Autónomo de Futebol.

2007/2008: De empate em empate
30 jogos, 14 empates. De regularidade, pelo menos, os adeptos da Académica não se podiam queixar. Os “estudantes” foram os reis dos empates na temporada 2007/2008 conseguindo, no final de contas, terminar a prova na 12ª posição, com 32 pontos. No entanto, não nos podemos esquecer da goleada na Luz: 3-0 ao Benfica!

2006/2007: À boleia de Gyánó
O avançado húngaro da Académica, Gyánó, foi fundamental na temporada da Briosa ao apontar um golo decisivo em Aveiro, frente ao Beira Mar. Contudo, nomes como Pedro Roma, Lino, Roberto Brum e Filipe Teixeira contribuíram de forma decisiva para que os "estudantes" conseguissem a manutenção no principal escalão do futebol português.

2005/2006: O herói Joeano
De pouco utilizado no início da temporada, Joeano terminou a época 2005/2006 com o estatuto de herói da Académica. Os 15 golos apontados durante a época confirmam a importância que o avançado brasileiro teve ao longo do ano mas foi a prestação frente ao Marítimo que encantou os adeptos da Briosa.

2004/2005: Começar mal e acabar bem
A temporada 2004/2005 teve muitos pontos altos e baixos mas, felizmente, a Académica alcançou o objectivo e a duas jornadas do fim pôde festejar a manutenção no principal escalão do futebol português. A Briosa terminou o ano no 14ª lugar do campeonato, com 38 pontos. O mau começo, afinal, acabou em bem...

2003/2004: A chapa cinco no Restelo
O dia 21 de Fevereiro de 2004 ficará na História da Académica como a maior vitória obtida fora de portas. No Restelo, diante o Belenenses, os “estudantes” venceram por 5-0 dando mostras da sua valia. Tonel e Paulo Sérgio fizeram o gosto ao pé na primeira parte enquanto Joeano, Flávio Ribeiro e Lucas também inscreveram o seu nome na lista de marcadores.

2002/2003: A bomba de Paulo Adriano
Há temporadas que valem por um momento e em 2002/2003 os sócios e adeptos da Briosa dificilmente esquecerão o golo de Paulo Adriano ao Sp. Braga, na derradeira jornada do campeonato. Antes desse jogo, a Académica estava em posição de descida e para além de ter de vencer os bracarenses dependia ainda do resultado entre o Santa Clara e o Varzim.

2001/2002: A subida de divisão
34 jogos, 17 vitórias, 11 empates e 6 derrotas. Os 62 pontos somados pela Briosa ao longo da temporada foram suficientes para consumar o regresso à 1ª Divisão, três anos depois. Coimbra entrou em delírio e em plena Queima das Fitas a festa foi mais que muita com os jogadores a darem largas à sua euforia na fonte luminosa do Calhabé.


Um grupo de alunos brasileiros, membros da Frente Republicana Académica gritou, durante uma manifestação, as iniciais FRA, seguida da saudação “Alecoá, lecoá, lecoá; chi-ri-bi-tá-tá-tá-tá; chi-ri-bi-tá-tá-tá-tá; hurra, hurra!”. O grito fez tal sucesso nos estudantes da AAC que rapidamente foi adoptado como grito académico de Coimbra, perdurando até aos dias de hoje.

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